DECISÃO<br>Trata-se de recurso em habeas corpus sem pedido liminar interposto por WILLIAN AUGUSTO PEREIRA contra acórdão proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO.<br>Consta dos autos que o recorrente foi preso preventivamente em 5/4/2025, pela suposta prática da conduta descrita no art. 35, caput, da Lei n. 11.343/2006.<br>O recorrente defende a ausência de indícios de autoria, argumentando que não é proprietário da linha telefônica usada para manter contato com os demais corréus e que nada de ilícito foi encontrado com ele.<br>Sustenta que o Juízo de origem realizou análise genérica e superficial ao decretar a prisão preventiva, sem avaliar a suficiência de medidas cautelares diversas da prisão.<br>Assevera que não há risco à instrução criminal, à ordem pública ou econômica, por se tratar de réu primário, com residência fixa e trabalho lícito como motoboy há 1 ano.<br>Requer a revogação da prisão preventiva, com a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão.<br>É o relatório.<br>Em consulta ao BNMP, verifica-se que, na data de 20/8/2025, foi concedida ao recorrente liberdade provisória condicionada ao cumprimento de medidas cautelares diversas do cárcere , circunstância que evidencia a perda de objeto do presente recurso.<br>Ante o exposto, julgo prejudicado o recurso em habeas corpus.<br>Publique-se. Intimem-se.<br> EMENTA